DESTINO FINAL

17 de jun de 2009

A Ordenação de Mulheres ao Ministério Pastoral

Análise bíblica de uma prática que não tem base nas Escrituras

A canção de Bob Dylan de 1964, "Os tempos estão mudando", refletia precisamente a agitação caótica daquele tempo. Poucos dentro do "sistema" reconheceram exatamente como a sociedade americana seria transformada política e espiritualmente!

Durante aquele tempo, a busca por uma Emenda da Igualdade dos Direitos pelo Movimento de Liberação da Mulher causou certo tumulto. Em minha opinião, embora a maioria dos homens acreditasse que o pagamento deveria ser igual para o serviço igual, o trauma social do ingresso de um grande número de mulheres no mercado de trabalho durante a Segunda Guerra Mundial causou uma reação adversa que reverbera ainda hoje. Por vários milênios, os homens foram os provedores para suas famílias e, quando as mulheres (particularmente as mulheres casadas), entraram em competição direta pelos empregos, isso não foi bem recebido! Essa competição foi vista pelos homens como "tirar a comida da boca de seus filhos". O código não escrito era que os maridos deviam prover para suas famílias e que o papel da mulher era cuidar do lar e das crianças. Então, se o trabalho fora do lar fosse considerado necessário, ou desejável para ela, deveria ser em cargos tradicionalmente ocupados por mulheres.

Chame isso de chauvinismo se quiser, mas essa foi a norma por muitos milhares de anos. A destruição dessa tradição durante a última parte do século XX continua a ter conseqüências de longo alcance.

Em um artigo na Associated Press intitulado "Líderes Feministas e Críticos Concordam Que os Tempos Estão Difíceis Para o Movimento das Mulheres" (Tuscaloosa News, 10 de janeiro de 2004), os dois parágrafos finais dizem o seguinte:

"As líderes feministas falharam em se manter atualizadas com os tempos", disse Cristina Hoff Sommers, uma acadêmica residente no American Enterprise Institute, cujos escritos são freqüentemente críticos de grupos como a Organização Nacional das Mulheres].

"As mulheres alcançaram paridade com os homens na maioria dos campos. Você poderia pensar que as feministas e professoras de Estudos da Mulher estariam celebrando, mas de muitas formas elas nunca estiveram mais desesperançosas.' " [ênfase minha].

Qual você supõe seja a maior razão para a falta de alegria delas? Para todos os intentos e propósitos elas não alcançaram a igualdade com os homens? Sim, e digo a você que uma vez que a realidade se impõe, elas descobriram que ser iguais aos homens não pode — e realmente não poderia — satisfazer aos desejos de seus corações!

Enquanto a batalha pelos direitos iguais estava sendo travada e as legislaturas estaduais debatiam a ratificação ou não da emenda, li uma matéria em que alguém entrevistou um deputado estadual na Flórida. Esse indivíduo em particular tinha acabado de terminar um discurso emocional em que pediu o voto contra a emenda. Então, sentindo que isso poderia dar uma boa matéria de notícias, o repórter pediu para ele explicar sua posição e eu nunca me esqueço do que ele disse. Basicamente, a visão dele era que, junto com a maioria dos homens daquele tempo, ele foi criado para acreditar que as mulheres eram "o sexo mais frágil". Elas deveriam ser colocadas em um pedestal e tratadas com grande honra e respeito. E ele disse que partiria seu coração ter de arrastá-las à igualdade com os homens!

Meus amigos, o cavalheirismo agora está morto e seu desaparecimento é atribuído diretamente a essa agitação social. O "teto de vidro" da área empresarial é quase uma coisa do passado porque as mulheres fizeram avanços consideráveis no mundo baixo e sujo do trabalho. Mas, tragicamente, muitas estão percebendo tarde demais que pagaram um preço faustiano no processo. O chamado da sirene de uma carreira entrou em conflito com o desejo inato de ter filhos e elas preferiram adiar a maternidade. Agora, os relógios biológicos pararam de bater e o tempo para a maternidade já passou para elas. Feridas emocionais que nunca sararão são o fruto amargo resultante. E isso dá lugar à seguinte questão: Lançar para fora a "opressão" social da vida familiar e do lar terá valido o preço?

Assim, agora chegamos ao objetivo deste artigo. A questão da igualdade deu um ímpeto tremendo a uma tendência que era anteriormente apenas uma goteira e a transformou em uma inundação. Com sua recém-descoberta influência política e econômica, as mulheres "liberadas" estavam determinadas a superar todo obstáculo imposto a elas por uma sociedade maligna e chauvinista dominada pelos homens. E elas superaram — até ao ponto de insistir que fossem ordenadas ao ministério cristão. Mas foi essa intrusão forçada baseada nas Escrituras? Absolutamente não!

Desde o início Deus deixou suas instruções claras — o homem recebeu a responsabilidade de servir como líder espiritual do lar e cada um deles será julgado por seu desempenho. As mulheres foram relegadas a um papel subordinado e a razão é claramente explicada pelo apóstolo Paulo em sua primeira carta a Timóteo:

"A mulher aprenda em silêncio, com toda a sujeição. Não permito, porém, que a mulher ensine, nem use de autoridade sobre o marido, mas que esteja em silêncio. Porque primeiro foi formado Adão, depois Eva. E Adão não foi enganado, mas a mulher, sendo enganada, caiu em transgressão. Salvar-se-á, porém, dando à luz filhos, se permanecer com modéstia na fé, no amor e na santificação." [1 Timóteo 2:11-15].

Um papel subordinado não implica de modo algum em inferioridade. Toda organização requer uma estrutura para poder funcionar adequadamente e isso é especialmente verdadeiro na unidade familiar e na igreja local. Alguém tem de estar no comando, ou o caos reinará e Deus não deixa essa responsabilidade em dúvida. Os homens não buscaram a liderança, mas a têm — gostemos ou não! Assim, precisamos prestar particular atenção ao verso 12. Muitos continuam a acusar o apóstolo Paulo de "odiar as mulheres" por causa dessas palavras, mas precisamos ter em mente que elas foram divinamente inspiradas! Jesus Cristo revelou as grandes doutrinas da fé a Paulo enquanto ele estava no deserto da Arábia e o encarregou de ensiná-las aos outros.

"Mas faço-vos saber, irmãos, que o evangelho que por mim foi anunciado não é segundo os homens. Porque não o recebi, nem aprendi de homem algum, mas pela revelação de Jesus Cristo." [Gálatas 1:11-12].

"Nem tornei a Jerusalém, a ter com os que já antes de mim eram apóstolos, mas parti para a Arábia, e voltei outra vez a Damasco. Depois, passados três anos, fui a Jerusalém para ver a Pedro, e fiquei com ele quinze dias." [Gálatas 1:17-18].

Assim, se você tem um problema com aquilo que ele disse, está literalmente questionando as instruções dadas pelo Filho de Deus!

Em nenhuma parte do Antigo Testamento uma única ocorrência será encontrada em que uma mulher serviu como sacerdotisa. O sacerdócio e o serviço no Tabernáculo/Templo era vedado às mulheres e essa proibição nunca foi questionada durante o Velho Testamento. Então, quando a era do Novo Testamento começou, apóstolos, bispos, anciãos, diáconos e evangelistas eram exclusivamente homens. Cada um foi chamado e indicado pelo Espírito Santo. As qualificações deles são encontradas nas seguintes passagens:

"Esta é uma palavra fiel: se alguém deseja o episcopado, excelente obra deseja. Convém, pois, que o bispo seja irrepreensível, marido de uma mulher, vigilante, sóbrio, honesto, hospitaleiro, apto para ensinar; não dado ao vinho, não espancador, não cobiçoso de torpe ganância, mas moderado, não contencioso, não avarento; que governe bem a sua própria casa, tendo seus filhos em sujeição, com toda a modéstia. (Porque, se alguém não sabe governar a sua própria casa, terá cuidado da igreja de Deus?); não neófito, para que, ensoberbecendo-se, não caia na condenação do diabo. Convém também que tenha bom testemunho dos que estão de fora, para que não caia em afronta, e no laço do diabo. Da mesma sorte os diáconos sejam honestos, não de língua dobre, não dados a muito vinho, não cobiçosos de torpe ganância; guardando a mistério da fé numa consciência pura. E também estes sejam primeiro provados, depois sirvam, se forem irrepreensíveis. Da mesma sorte as esposas sejam honestas, não maldizentes, sóbrias e fiéis em tudo. Os diáconos sejam maridos de uma só mulher, e governem bem a seus filhos e suas próprias casas. Porque os que servirem bem como diáconos, adquirirão para si uma boa posição e muita confiança na fé que há em Cristo Jesus." [1 Timóteo 3:1-13; ênfase adicionada].

"Por esta causa te deixei em Creta, para que pusesses em boa ordem as coisas que ainda restam, e de cidade em cidade estabelecesses presbíteros, como já te mandei: Aquele que for irrepreensível, marido de uma mulher, que tenha filhos fiéis, que não possam ser acusados de dissolução nem são desobedientes. Porque convém que o bispo seja irrepreensível, como despenseiro da casa de Deus, não soberbo, nem iracundo, nem dado ao vinho, nem espancador, nem cobiçoso de torpe ganância; mas dado à hospitalidade, amigo do bem, moderado, justo, santo, temperante; retendo firme a fiel palavra, que é conforme a doutrina, para que seja poderoso, tanto para admoestar com a sã doutrina, como para convencer os contradizentes." [Tito 1:5-9; ênfase adicionada].

O termo "bispo" refere-se ao ofício de um ministro/pastor e "ancião" refere-se aos homens que ocupam essa posição. Esses homens eram pregadores, evangelistas e missionários — todos os quais precisavam ser chamados por Deus para o ministério. O termo "diácono" refere-se ao ofício exercido por homens tementes a Deus selecionados pela congregação para ajudar os ministros no atendimento das necessidades do povo. A Concordância de Strong tem isso a dizer sobre o ofício:

diakoneo — Do grego 1249 (diakonos); ser um atendente; isto é servir (como um empregado doméstico ou como um hospedeiro, amigo, ou [figurativo] professor); atuar como um diácono cristão; ministrar, servir, ter o ofício de diácono.

Em Romanos 16:1, Paulo diz que Febe "serve (diakonia) na igreja" e, a partir disso, alguns insistem que é correto ter mulheres servindo como diaconisas. Mas em vista das qualificações obviamente masculinas listadas nos versos acima, o que parece estar em vista é a natureza do serviço de Febe e não o fato de ela ter um cargo oficial.

Os historiadores dizem que em toda a época da igreja as mulheres ocasionalmente assumiram o papel de "pastora", mas não até a Reforma protestante e o início do Metodismo de John Wesley fazer isso em números significativos. Mas essa excursão desapareceu rapidamente — como se pode esperar — devido à pressão dos literalistas bíblicos. Mas o pentecostalismo restaurou essa busca e, como mencionado anteriormente, o Movimento Feminista entrou nisso com carga total. Agora, as denominações tradicionais estão sendo cada vez mais pressionadas a ordenarem mulheres para o ministério pastoral.

Amados, essa situação pede que o bom senso seja usado! Parece razoável para você Deus permitir o chauvinismo masculino suprimir as mulheres pastoras durante a maior parte dos dois mil anos se era realmente desejo Dele que elas pregassem? Como Paulo disse: "... e ai de mim se não anunciar o evangelho!" [1 Coríntios 9:16]. Como Jonas, do Antigo Testamento, alguém chamado a pregar não pode continuar em silêncio! Mais cedo ou mais tarde ele será compelido a proclamar a mensagem e somente alguém que já tenha experimentado o chamado pode apreciar plenamente esse fato. O mero desejo de pregar é vastamente diferente de uma compulsão consumidora para fazer isso. Aqueles que estão assim consumidos encontrarão um modo de proclamar a mensagem, por que Deus providenciará isso.

Você também não acha interessante que à medida que esse fenômeno ganha maior ímpeto, a apostasia esteja se alastrando por toda a cristandade como praga? Uma coisa não é necessariamente a causa da outra, mas eu pessoalmente acredito que é um claro sintoma. "Mulheres pastoras" é um oximoro espiritual e aqueles que estão sendo enganados por ele não são sábios.

Como qualquer pregador chamado por Deus pode lhe dizer, as mulheres tradicionalmente são a espinha dorsal de toda igreja local. A fidelidade delas ao trabalho supera grandemente a de um homem mediano e sua natureza compassiva é uma qualidade indispensável no que se refere ao serviço cristão. O temor a Deus e o comportamento casto por parte das mulheres cristãs há muito tempo serve como exemplo brilhante para todos verem. Mas o Movimento Feminista abriu a Caixa da Pandora, por assim dizer e, em minha opinião, o maior declínio espiritual tem ocorrido entre as mulheres que professam fé em Cristo.

Os homens são por natureza grosseiros e inclinados em direção à profanidade — mas e daí? Uma queda de uma posição logo acima da rocha para baixo não é tão dramática. Mas quando um grande número de mulheres, muitas das quais eram cristãs, abdicam de seus papéis não apreciados como símbolos de virtude e respeito — um maciço, porém silencioso terremoto abala os alicerces da sociedade. Exatamente como Adão e Eva ganharam o conhecimento do bem e do mal, as mulheres caem na igualdade com os homens e possa Deus ter misericórdia de todos nós.

http://www.espada.eti.br/p238.asp

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