DESTINO FINAL

29 de jul de 2009

Oracao do Cristao Pós - Moderno!

Pai Nosso fique no Céu,
Santificado seja o nosso nome na terra,
Venha a nós o Vosso Reino, mas seja feita a nossa vontade,
obviamente somente na terra e nao no céu.
O pao nosso de cada dia nos dai futuramente.
Perdoai de qualquer forma as nossa dívidas,
pois nós jamais perdoaremos aos nossos devedores.
Deixai nos livremente cair em tentacao, mas livra nos do mal.
Pois Teu é o Reino, o qual usurpamos, como também o Poder e a Glória enquanto vivermos.
Amém!

1 E TAMBÉM houve entre o povo falsos profetas, como entre vós haverá também falsos doutores, que introduzirão encobertamente heresias de perdição, e negarão o Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina perdição.
2 E muitos seguirão as suas dissoluções, pelos quais será blasfemado o caminho da verdade. 3 E por avareza farão de vós negócio com palavras fingidas;
sobre os quais já de largo tempo não será tardia a sentença, e a sua perdição não dormita. (II Pedro 2:1)
MARANATA!
Daniela Luther

28 de jul de 2009

8 Curiosidades sobre Martinho Lutero

1. O nome verdadeiro de Lutero era Martin Luder. Foi ele que, mais tarde, mudou seu próprio nome (que mania desse povo famoso de mudar o nome!) para Luther.

2. A família de Lutero era bem de vida. Seu pai trabalhava com cobre, possuía muitas terras e emprestava dinheiro a juros. Ele queria que Lutero fosse advogado (dizem que ele virou monge para fugir de um casamento), mas ele não quis.

3. A maioria dos historiadores afirma que a cena de Lutero pregando suas 95 teses no Castelo de Wittenberg em 1517 é falsa (glup! Eu sempre achei que fosse verdadeira!). Lutero nunca citou esse fato e não existem relatos de outras pessoas desse acontecimento. Na verdade, ele enviou as teses para alguns bispos e amigos.

4. Lutero traduziu o Novo Testamento do grego para o alemão em apenas 11 semanas (rápido demais!), publicando-o em 1522. Ele era muito prolixo (falava muito), escrevendo em média 1.800 páginas por ano. No decorrer do tempo (Lutero já idoso), ele foi tornando-se menos polido (educado) em seus escritos. Chamava os turcos de “diabos”, os judeus de “mentirosos” e Roma de a cidade cercada de “teólogos-porcos” (isso só prova que idosos são como crianças: falam o que pensam).

5. A esposa de Lutero, Katharina von Bora, era 16 anos mais nova do que ele. Era ela quem administrava toda a casa, inclusive financeiramente. Talvez seja por isso que Lutero apelidou-a de “Mr. Käthe” – “Senhor Käthe”. Sua capacidade de gerenciamento pode ser comprovada pelo fato de que moravam com o casal em 1529: seis filhos, um parente de Katharina, seis dos sobrinhos de Lutero e alguns estudantes (e ela ainda tinha tempo para cuidar do jardim e fazer cerveja, que a propósito, Lutero gostava muitíssimo).

6. O casamento de Lutero foi uma surpresa até para seus amigos mais próximos. Philipp Melanchthon, um de seus mais colegas chegados (tão próximo que sequer foi convidado para o casamento), chegou a escrever em 1525: “inesperadamente Lutero casou-se com Bora, sem nem mesmo mencionar seus planos para seus amigos.” Muitos dos amigos do reformador achavam que Lutero não devia se casar por causa da castidade.

7. Lutero pode ser classificado como anti-semita (como cristão, odeio confessar isso!). Em 1523, apresentou um tom conciliatório (é o que dizem os historiadores, mas ao ler alguns trechos da obra, discordo) em sua obra “Jesus nasceu judeu”. Mas em 1543, Lutero escreveu um livro totalmente anti-semita chamado “Os Judeus e suas Mentiras” (eu tenho uma cópia em PDF em inglês, mas nunca consegui ler todo). No livro ele chega a recomendar que os judeus sejam privados de dinheiro, direitos civis, educação religiosa e em geral, e que sejam obrigados a trabalhar a terra, caso contrário deveriam ser expulsos da Alemanha. E o livro deu cria! Durante a Segunda Guerra, o Terceiro Reich sempre citava trechos dos trabalhos anti-semitas de Lutero para convencer a população do extermínio dos judeus.

8. Lutero sofria de reumatismo, pedras nos rins e angina peitoral. Ele também era meio hipocondríaco, pois comparava um punhado de remédio para suas doenças. Além disso, ele era obeso. Estima-se que ao morrer, ele pesasse uns 150 quilos.

Referências bibliográficas:

Martin Luther -
Disponível em: http://www.luther.de/en/Archaeologists Unveil Secrets of Luther's Life - by Mattias Schulz -Revista Spiegel Online, 21/out/2008 -

Disponível em: http://www.spiegel.de/international/germany/0,1518,586847,00.html

CONTESTE AO HOMEM! MAS CONFIE PLENAMENTE NO SENHOR!



Maldito o homem que confia no homem, e faz da carne o seu braço....mas

Bendito o homem que confia no SENHOR, e cuja confiança é (SOMENTE) no SENHOR.

(Jeremias 17:7)

Em todos meus desapontamentos e desilusoes encontram-se "a confianca que depositei no HOMEM e as contestacoes que fiz à DEUS." Mas passei a ser bendita, quando passei a CONTESTAR o HOMEM e a CONFIAR somente em DEUS!

Daniela Luther

MARANATA!

26 de jul de 2009

QUANDO IGNORAMOS DEUS! A TRAGÉDIA!




Quando não ouvimos a Deus sofremos as conseqüências, assim como Israel sofreu. Mas quando O ouvimos, Deus tem promessas de segurança para nós.

27 Vindo o vosso temor como a assolação, e vindo a vossa perdição como uma tormenta, sobrevirá a vós aperto e angústia. 28 Então clamarão a mim, mas eu não responderei; de madrugada me buscarão, porém não me acharão. 29 Porquanto odiaram o conhecimento; e não preferiram o temor do SENHOR: 30 Não aceitaram o meu conselho, e desprezaram toda a minha repreensão.
31 Portanto comerão do fruto do seu caminho, e fartar-se-ão dos seus próprios conselhos. 32 Porque o erro dos simples os matará, e o desvario dos insensatos os destruirá. 33 Mas o que me der ouvidos habitará em segurança, e estará livre do temor do mal. (Provérbios 1:27)

25 de jul de 2009

A Cabana - Brincando com Deus!





28 Na verdade vos digo que todos os pecados serão perdoados aos filhos dos homens, e toda a sorte de blasfêmias, com que blasfemarem; 29 Qualquer, porém, que blasfemar contra o Espírito Santo, nunca obterá perdão, mas será réu do eterno juízo

(Marco 3:28)


" Se caso você adquiriu esse livro HERÉTICO "A CABANA" em nome de Jesus Cristo e por amor à ELE, JOGUE FORA!"

Você que realmente ama Deus e segue ao Senhor de todo coracao, confia plenamente em Deus nao importando a situacao em que às vezes Deus nos permite enfrentar nessa vida, nao perca seu tempo com essas blasfêmias e contestacoes de um escritor que se intitula cristao mas ao mesmo tempo demonstra "rebeldia" em sua estória pela situacao que nao aceita confrontar em sua vida quando se crê em Deus, como a morte! Esse escritor nas entrelinhas de seu livro tenta aliviar uma dor supostamente causada por Deus e explicar Deus e a trindade por meios humanos e deturpadores de um coracao rebelde.

DEUS é IMPOSSÍVEL de se entender devido à SUA grandeza! Ninguém conseguirá jamais explícá-lo sem antes torná-lo semelhante aos homens e retirar-lhe Sua Soberania, e nisso consiste a HERESIA!

E pior estao brincando com fogo e ultrapassando um limite imposto pelo próprio Jesus nos versículos à cima ao se referir ao ESPÍRITO SANTO como uma mulher comum!

Os Cristaos perderam o temor à Deus ao ponto que já nao respeitam mais até "aquele" que DEUS disse que NAO HAVERÀ PERDAO caso seja falado algo contra ELE. Os cristaos ultimamente comparam e diminuem o Espírito Santo "à qualquer coisa", energia, mulher, crianca e se esquecem do que Jesus falou com relacao ao Espírito Santo de Deus !

ABRAM O OLHO! Mais respeito à DEUS, observem mais a Palavra, e acima de tudo TOMEM CUIDADO À COMO REFEREM-SE AO ESPÍRITO SANTO! NAO HAVERÁ PERDAO!

Em Cristo Jesus,

Maranata

Daniela Luther

24 de jul de 2009

A causa REAL da morte de Michael Jackson! (Legendado)

Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus nosso Senhor! (Romanos 6:23)

E, como aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo depois disso o juízo,
Assim também Cristo, oferecendo-se uma vez para tirar os pecados de muitos, aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que o esperam para salvação. (Hebreus 9:27)

MARANATA!

Aos Cristaos Presunçosos!

"Pelo contrário, Deus escolheu as cousas loucas do mundo para envergonhar os sábios, e escolheu as cousas fracas do mundo para envergonhar as fortes." 1 Coríntios 1.27

Você é culto? Estudou muito? Seus filhos freqüentaram escolas superiores? Mas por que será que você é presunçoso por causa disso? Por que sua instrução leva você a um orgulho próprio tão repugnante? Por que seus filhos, pelos quais gastou muito dinheiro para que estudassem, não querem saber mais nada do Evangelho? Será que não foi porque você procurou o sucesso e não a bênção, preferindo a honra dos homens em vez da que vem do Senhor?

Você está abarrotado de sabedoria humana, mas não tem a sabedoria divina que transforma corações humanos. Onde você pode conseguir essa sabedoria? A Palavra de Deus lhe dá a resposta: "O temor do Senhor é o princípio da sabedoria, e o conhecimento do Santo é prudência." Você não encontra essa sabedoria em livros, você não pode estudar esse "conhecer e temer o Santo de Deus". Não, essa bênção divina, ao invés do sucesso humano, você encontra na renúncia da sua velha natureza, junto do crucificado no Calvário. Somente ali você encontra a eterna sabedoria de Deus em Jesus Cristo, nosso Senhor.

Tende cuidado, para que ninguém vos faça presa sua, por meio de filosofias e vãs sutilezas, segundo a tradição dos homens, segundo os rudimentos do mundo, e não segundo Cristo; (Colossenses 2:8)

Extraído do livro "Pérolas Diárias" (de Wim Malgo)

23 de jul de 2009

Campanha "Anti Deus" na Europa!


Enquanto "os cristaos" revolucionários proclamam um futuro glorioso para essa Terra, o ódio por Deus e por àqueles que crêem em Deus cresce entre os ateístas no mundo todo. E a mensagem proclamada por eles é que NAO HAVERÁ futuro glorioso para os habitantes desta terra enquanto existir RELIGIAO!

Os grupos ateístas estao crescendo em proporcoes significativas e eles exigem o direito de "NAO TER MAIS QUE OUVIR FALAR EM DEUS", tanto que o governo (na Irlanda e Alemanha) foi obrigado, por causa da crescente campanha de balsfêmias públicas por aqui, a calar a boca desses descrentes através de multas que chegam até o valor de 25.000 euros para que nao haja uma desordem social total. Pois é queridos em Cristo, cego é aquele que insiste em nao querer ver.

Deus abencoe à todos!

Maranata!

Fonte: http://www.welt.de/vermischtes/article4160287/Irland-bestraft-Gotteslaesterung-mit-25-000-Euro.html

Maranata!

21 de jul de 2009

Um Fato Interessante em Lucas 4!

Em Lucas capítulo 4. Jesus foi a Nazaré e entrou na sinagoga local no sábado. Ali Ele leu as Escrituras para aquele dia: "Indo para Nazaré, onde fora criado, entrou, num sábado, na sinagoga, segundo o seu costume, e levantou-se para ler" (Lucas 4.16). Então o rabi encarregado deu-lhe o livro e Ele começou a ler: "O Espírito do Senhor está sobre mim, pelo que me ungiu para evangelizar os pobres; enviou-me para proclamar libertação aos cativos e restauração da vista aos cegos, para pôr em liberdade os oprimidos, e apregoar o ano aceitável do Senhor. Tendo fechado o livro, devolveu-o ao assistente e sentou-se; e todos na sinagoga tinham os olhos fitos nele. Então, passou Jesus a dizer-lhes: Hoje, se cumpriu a Escritura que acabais de ouvir" (vv. 18-21).

Que passagem Ele citou? Isaías 61.1-2! Vejamos o que Isaías escreveu: " O Espírito do SENHOR Deus está sobre mim, porque o SENHOR me ungiu para pregar boas-novas aos quebrantados, enviou-me a curar os quebrantados de coração, a proclamar libertação aos cativos e a pôr em liberdade os algemados; a apregoar o ano aceitável do SENHOR e o dia da vingança do nosso Deus; a consolar todos os que choram".

Dá para detectarmos uma clara diferença. Isaías fez essa proclamação de um fôlego: "Apregoar o ano aceitável do SENHOR e o dia da vingança do nosso Deus..." Mas na sinagoga, naquele dia de sábado, Jesus não leu a última parte desse versículo. Ele simplesmente parou depois de dizer: "a apregoar o ano aceitável do SENHOR..." Fechou o livro, deu-o ao rabi e se assentou.
Depois Ele disse algo extremamente significativo: "...hoje, se cumpriu a Escritura que acabais de ouvir". O Senhor Jesus veio para proclamar salvação. Ele veio para cumprir aquilo que estava escrito a Seu respeito pelos profetas. Ele não veio para executar "...o dia da vingança do nosso Deus..." naquela época. Isso ainda está por acontecer.

A afirmação profética de Isaías compreende a primeira e a segunda vinda de Jesus como uma só. Os 2000 ou mais anos ocultos – entre ‘...o ano aceitável do SENHOR..." e "...o dia da vingança do nosso Deus..." – são a época da Igreja. Somente depois que a Igreja tiver partido para se encontrar com Jesus, "...entre as nuvens...", é que "...o dia da vingança..." terá início.

MARANATA!

O Valor de Aprender História. Uma Lição a partir de Judas.

A pequena carta de Judas nos ensina algo sobre o valor de aprender história. Este não é o ponto principal da carta, mas é um fato impressionante.

Neste penúltimo livro da Bíblia, Judas escreve para encorajar os santos a “batalhar pela fé que uma vez foi dada aos santos” (versículo 3). A carta é um chamado à vigilância em vista de “certos indivíduos [que] se introduziram com dissimulação... homens ímpios, que transformam em libertinagem a graça de nosso Deus e negam o nosso único Soberano e Senhor, Jesus Cristo (versículo 4).


Judas descreve essas pessoas em termos vívidos. Eles “dizem mal do que não sabem” (versículo 10); são “murmuradores, são descontentes, andando segundo as suas paixões. A sua boca vive propalando grandes arrogâncias; são aduladores dos outros, por motivos interesseiros” (versículo 16). Eles “promovem divisões, [e são] sensuais, que não têm o Espírito” (versículo 19).
Este é uma avaliação devastadora de pessoas que não estão fora da igreja, mas que “se introduziram com dissimulação.” Judas quer que eles sejam reconhecidos pelo que são, de forma que a igreja não seja enganada e arruinada pelos seus falsos ensinos e comportamentos imorais.


Uma de suas estratégias é compará-los a outras pessoas e eventos na história. Por exemplo, ele diz que “Sodoma e Gomorra... havendo-se entregado à prostituição como aqueles, seguindo após outra carne, são postas para exemplo do fogo eterno, sofrendo punição” (versículo 7). Assim, Judas compara aquelas pessoas com Sodoma e Gomorra. Seu ponto ao fazer isto é dizer que Sodoma e Gomorra são postas como “um exemplo” do que acontecerá quando as pessoas vivem como estes intrusos estavam vivendo. Assim, na mente de Judas, conhecer a história de Sodoma e Gomorra é muito útil para ajudar a detectar tal erro e desviá-lo dos santos.


Similarmente, no versículo 11 Judas acumula três outras referências a eventos históricos como comparações com o que está acontecendo em seus dias entre os cristãos. Ele diz: “Ai deles! Porque prosseguiram pelo caminho de Caim, e, movidos de ganância, se precipitaram no erro de Balaão, e pereceram na revolta de Corá”. Isso é impressionante! Por que se referir a três incidentes históricos diferentes como estes, que aconteceram milhares de anos atrás — Gênesis 19 (Sodoma), Gênesis 3 (Caim), Números 22-24 (Balaão), Números 16 (Corá)? Qual é o ponto?


Aqui estão três pontos:


1) Judas assume que os leitores conhecem estas histórias! Isto não é incrível? Era o século primeiro depois de Cristo! Não havia nenhum livro nas casas das pessoas! Nenhuma Bíblia disponível! Nenhuma história em CD! Apenas instrução oral! E ele assume que eles conheceriam tais histórias: Qual é “o caminho de Caim,” “o erro de Balaão” e “a rebelião de Corá?” Você sabe? Isto não é surpreendente? Ele espera que eles conheçam! Isso me faz pensar que os nossos padrões de conhecimento da Bíblia na igreja de hoje são muito baixos.

2) Judas assume que conhecer a história iluminará a situação presente. Os cristãos tratarão com o erro mais eficazmente hoje se eles conhecerem situações similares de antigamente. Em outras palavras, a história é valiosa para o viver cristão. Saber que Caim era invejoso e que além de odiar seu irmão, também se ofendeu com sua comunhão verdadeira com Deus, te alertará para vigiar contra tais coisas mesmo entre irmãos. Saber que Balaão caiu e fez da Palavra de Deus um meio de ganho mundano, te tornará mais capaz de identificar este tipo de coisa. Saber que Corá desprezou a autoridade legítima e ressentiu-se com a liderança de Moisés, te protegerá de gente facciosa que não gosta de ninguém sendo visto como seu líder.

3) Não é claro, então, que Deus ordenou que estes eventos acontecessem e que fossem registrados como história, para que aprendêssemos a partir deles e nos tornássemos mais sábios e perspicazes sobre o presente, por causa de Cristo e de sua igreja? Nunca pare de aprender a partir da história! Adquira algum conhecimento todo dia. Para darmos aos nossos filhos uma das melhores proteções contra a tolice do futuro, a saber, um conhecimento do passado.

Aprendendo com você, por Cristo e o seu reino,

Pastor John Piper

20 de jul de 2009

MARCAS DE UM SERVO DE DEUS!

O que é um homem de Deus? Como podemos conhecê-lo? Quais são as suas marcas?

Em primeiro lugar, o homem de Deus não é conhecido por realizar milagres extraordinários. Jesus advertiu claramente que muitos naquele dirão:“Senhor, não temos profetizado em teu nome, no teu nome não expelimos demônios, e em teu nome não fizemos muitos milagres”? Então, Jesus dirá: Apartai-vos de mim, vós que praticais a iniqüidade (Mt 7.22,23). O que dizer de João, o Batista que não fez milagre algum, mas tudo o que ele disse era verdade (Jo 10.41). Será que tudo que falamos é a verdade?

Em segundo lugar, o homem de Deus não é conhecido pela sua erudição. Muitos pensam que, por terem uma excelente oratória capaz de arrebatar as multidões, faz dele um homem de Deus. Lembrem-se que o Anticristo será um orador inigualável.

Em terceiro lugar, o homem de Deus não é conhecido pela sua riqueza, fama e prestígio. Não, não. Paremos com esta falácia! O homem de Deus não é conhecido pelo seu carro importado, por seu anel de ouro, por sua magnífica casa. É tempo de discernimento. Pergunto aos nobres leitores: O que Jesus deixou ao partir deste mundo? O que Paulo deixou quando decapitado por Nero? Deixaram casas, riquezas, bens? Oh não senhores. Pelo contrário morreram pobres! Todavia até hoje falamos em seus nomes. Jesus, o Rei dos Reis, nosso Senhor e Salvador. Paulo nos legou 13 cartas que hoje são lidas, estudadas em todos os cantos do mundo.

O apóstolo Paulo, em sua primeira carta a Timóteo 6.11-16 nos mostra quatro marcas de um homem de Deus. O homem de Deus é conhecido por aquilo de que ele foge, segue, combate e guarda. Vamos dissecar estes quatro verbos.

1) O homem de Deus é conhecido por aquilo de que ele foge (I Tm 6.11)

Paulo diz: “Mas tu, ó homem de Deus, foge dessas coisas....”. De que coisas um homem de Deus deve fugir? Deve fugir da fama, das calúnias, das contendas e brigas que não levam a nada, da aparência do mal, das suspeitas maliciosas e, sobretudo, da ganância, ou seja, do amor ao dinheiro, que é a raiz de todos os males (I Tm 6.3-10). Quantos homens de Deus que profissionalizaram seu ministério? Começaram bem e, infelizmente estão terminado mal. Um homem de Deus não é apegado às coisas materiais. Ele não ama o dinheiro, mas o Senhor. Ele busca uma vida santa e sabe que a piedade, com contentamento, é grande fonte de lucro. Muitos homens e mulheres são escravos de Mamon. Prostram-se diante desse ídolo e naufragam no ministério. Alguém já disse: “Aquele que serve a Deus por dinheiro, servirá ao Diabo por salário melhor”.

2) O homem de Deus é conhecido por aquilo que ele segue (I Tm 6.11)

O apóstolo continua: “.... segue a justiça, a piedade, a fé, o amor, a constância e a mansidão”. Um homem de Deus foge do pecado e segue a virtude. Sabe qual foi a pressa de José? Não foi ver seus sonhos realizados. Não! Foi fugir da mulher de Potifar! Ele foge da injustiça, mas busca o que é justo mais que o ouro e a prata. Ele foge da vida promíscua e impura e segue a piedade. Seu prazer não está no dinheiro, mas em Deus. Ele foge da incredulidade e segue a fé. Deleita-se na Palavra. Ele foge do estilo de vida inconstante daqueles que correm atrás do vento e segue a constância. Foge do destempero emocional e segue a mansidão.

3) O homem de Deus é conhecido por aquilo que ele combate (I Tm 6.12)

O apóstolo ainda escreve: “combate o bom combate da fé. Toma posse da vida eterna”. O que estamos combatendo? Alguns ministros estão se digladiando e tentando derrubar o próximo. Vejam estas reuniões de obreiros. É um querendo “puxar o tapete” do outro! A quem estamos combatendo? Será que nunca lemos, que a nossa guerra não é contra carne e sangue? (Ef 6.12). Por que tanta disputa por cargos e mais cargos que não levam a nada? Onde está a urgência da evangelização? Por que não combatemos as mais diversas heresias que percorrem em nossas igrejas?

O ministério não é uma colônia de férias, é um campo de batalhas. Neste combate não há soldado na reserva. Todos devem combater! Timóteo deveria entender que o ministério cristão é uma luta sem trégua e sem pausa contra o erro e em prol da verdade. Ele deveria, como soldado de Cristo, engajar-se no combate certo, com a motivação certa. Há muitos obreiros que entram na luta errada, com as armas erradas e com a motivação errada. Timóteo não deveria brigar por causa de dinheiro, mas combater em defesa da fé verdadeira. Essa deve ser a nossa luta. O avanço do reino de Deus.

4) O homem de Deus é conhecido por aquilo que ele guarda (I Tm 6.14)

Finalmente, Paulo diz: “sem mácula e irrepreensível, guarda este mandamento até a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo”. Muitos obreiros haviam se desviado no caminho, como Demas. Outros haviam se intoxicado pelo orgulho, como Diótrefes. Outros haviam sido seduzidos pelos falsos mestres. Outros se corromperam com a ganância pelo dinheiro. Todavia, o homem de Deus deve guardar o mandamento, a Palavra de Deus, vivendo de maneira irrepreensível até a volta do Senhor Jesus.

Um homem de Deus não negocia a verdade, nem transige com seus absolutos. Um homem de Deus não se rende a tentação do lucro em nome da fé nem abastece seu coração com as ilusões de doutrinas estranhas às Escrituras. Um homem de Deus ama a Palavra, guarda a Palavra, vive a Palavra e prega a Palavra. Que o Deus Eterno levante homens de Deus com essas características; dispostos a fugir do pecado, a seguir a justiça, a combater o bom combate e a guardar a Palavra, vivendo uma vida exemplar e digna de ser imitada. Deus nos conceda essa graça. Amém!

Pr Marcello de Oliveira

16 de jul de 2009

Arrependimento, não espere Maturidade Instantânea - por Paul Washer

"Sempre achei que logo após Deus me trazer à Jesus Cristo, como meu suficiente Salvador pela fé, em pouco tempo entenderia, andaria e seria como a Bíblia diz. Nao é verdade, demora! È um processo de aprendizado pelo caminho estreito e àrduo e com muitas quedas! Alguns chegam a ter a mente de Cristo outros jamais terao. Mas enfim, a alegria é que somos salvos através de Jesus Cristo pela fé, pela Sua Graca, independente se conseguiremos ser perfeitos ou nao até a nossa partida dessa terra!"

Dany Luther

14 de jul de 2009

O ARREBATAMENTO ANTES DA TRIBULACAO COM BASE NAS ESCRITURAS!

Está provado que a compreensão da profecia bíblica é progressiva — à medida que os eventos mundiais continuam a se desdobrar, os elementos que antes eram considerados alegóricos agora fazem pleno sentido! Além disso, desde 1989, os espíritos-guia demoníacos estão dizendo aos autores de livros de Nova Era para prepararem seus aderentes para o arrebatamento do povo cristão.

"Portanto, consolai-vos uns aos outros com estas palavras" — apóstolo Paulo em 1 Tessalonicenses 4:18.

Já usei muito esta ilustração, mas a julgar pelos comentários que recebemos desafiando nossa posição que o arrebatamento ocorrerá antes da Tribulação, ela aparentemente precisa ser repetida com freqüência:
o que estava anteriormente fora dos limites da razão agora tornou-se bastante razoável à luz dos eventos atuais.

Por exemplo: até o início do século XX, a maioria dos comentaristas via o exército de duzentos milhões de soldados mencionado em Apocalipse 9:16 como algo totalmente fantástico e que deveria ser considerado como uma alegoria — representativo de alguma outra verdade espiritual. Eles raciocinavam que como todos os exércitos do mundo daquela época combinados não atingiriam aquele número astronômico, a passagem não deveria ser entendida literalmente. Entretanto, setenta e cinco anos depois, ficamos sabendo que a China sozinha poderia mobilizar um exército daquele tamanho, se assim desejasse. Novamente, aquilo que antes estava fora dos limites da razão tornou-se agora bastante razoável! O mesmo princípio aplica-se às demais profecias — o tempo inevitavelmente lança mais luz sobre a interpretação.

Similarmente, a história da igreja mostra que em alguns casos, foram necessários várias centenas de anos para que todas as grandes doutrinas da fé fossem codificadas e solidificadas. Por exemplo, a justificação unicamente pela fé não foi completamente "firmada" até os dias de Martinho Lutero, nos anos 1500s. Assim, não vamos cair na armadilha de pensar que tudo o que os primeiros pais disseram seja sacrossanto e esteja fora de revisão.


Até hoje, muitos ainda ridicularizam o conceito do que caracterizam como"um arrebatamento secreto" porque insistem que uma pessoa supostamente chamada Margaret McDonald concebeu a idéia em 1830 — e a idéia foi adotada posteriormente pela denominação Irmãos Plymouth, e popularizada por meio dos esforços de C. I. Scofield, e sua famosa Bíblia de Referência.

Para responder a essas objeções, tudo o que podemos dizer é:
"O que dizem as Escrituras?" A posição (como afirmamos enfaticamente) encaixa-se com todas as Escrituras e fazem mais sentido do que aquelas que são anteriores a ela? Vamos descobrir examinando o assunto da forma mais objetiva que pudermos।

Que haverá uma remoção instantânea da igreja do mundo é algo que está fora de disputa, porque
1 Tessalonicenses 4:13-18 e 1 Coríntios 15:51-53 declaram isso. A principal diferença de opinião gira em torno de quando ocorrerá essa remoção, pois muitos insistem que será simultânea à Segunda Vinda de Cristo no fim do Período da Tribulação, e não no início. Todos os crentes concordam que Deus certamente arrebatará seus filhos eleitos deste mundo a qualquer tempo que escolher, mas existem várias razões lógicas atualmente para acreditarmos que esse evento ocorrerá antes da Tribulação.

Primeiro, precisamos compreender que o principal propósito do Período da Tribulação ("O Dia do Senhor") é punir e refinar a nação de Israel — não a igreja de Jesus Cristo — que é sua amada noiva. Parte (senão a maioria) da confusão que cerca esse assunto é causada pela compreensão incorreta do termo "escolhido" como se referisse aos filhos de Deus।

A igreja é formada exclusivamente de indivíduos escolhidos,
mas existem dois grupos distintos de escolhidos fora da igreja: O primeiro é formado pelos santos do Antigo Testamento e o segundo é o grupo daqueles que serão salvos durante o período da Tribulação. Portanto, quando vemos o termo "escolhidos" usado em Mateus 24, juntamente com algumas referências nos evangelhos de Marcos e Lucasprecisamos entender que esses não são os santos da Época da Igreja — por razões que serão explicadas em detalhes posteriormente।

A maioria das profecias sobre o Período da Tribulação encontra-se no Antigo Testamento e, portanto, é claramente destinada a Israel.
Adicionalmente, não faz absolutamente nenhum sentido o Senhor fazer Sua noiva passar pelos horrores inimagináveis da Tribulação — mesmo considerando-se que a igreja é formada por pecadores merecedores do inferno. Ele nos salva pela Sua graça e não por algum mérito nosso, de modo que propósito haveria em punição durante a Tribulação? Enquanto estivermos nestes corpos mortais, o pecado continuará a caracterizar nossa existência e nenhuma punição apagará nossa natureza pecaminosa. Somente após recebermos nossos corpos glorificados é que finalmente estaremos livres do pecado.

Além disso, aqueles que insistem que o período da Tribulação servirá para remover "as máculas e as rugas" da igreja [Efésios 5:27] antes que ela possa se apresentar diante de Cristo, negligenciam um fato básico: Essa crença forma a base para o Purgatório pagão, de modo que aqueles que acreditam que a igreja precisa passar por um período de "purificação" estão aceitando a mentira do Purgatório. Os cristãos que constituem a igreja são imaculados, pois Jesus Cristo nos imputou Sua perfeição. As imperfeições humanas e toda mancha do pecado precisa ser removida de nós como um pré-requisito para que possamos comparecer na presença de Deus — e isso será realizado instantaneamente no arrebatamento [1 Coríntios 15:50-58].

Vejamos o que dizem as Escrituras do Antigo Testamento sobre o assunto
"Dia do Senhor" — "o tempo de angústia de Jacó" — para obter uma melhor compreensão de sua aplicação a Israel. Como veremos, poucos temas bíblicos associados com o fim dos tempos atraíram tanta atenção ou foram tão enfatizados no Antigo Testamento.

Quando os profetas mencionam:
"O dia do Senhor", freqüentemente soam como Amós, que escreveu: "Ai daqueles que desejam o dia do SENHOR! Para que quereis vós este dia do SENHOR? Será de trevas e não de luz. É como se um homem fugisse de diante do leão, e se encontrasse com ele o urso; ou como se entrando numa casa, a sua mão encostasse à parede, e fosse mordido por uma cobra. Não será, pois, o dia do SENHOR trevas e não luz, e escuridão, sem que haja resplendor?" [Amós 5:18-20].

Embora o "Dia do Senhor" como um termo teológico, inclua tudo o que acontece em todo o período durante o qual Deus cumpre Suas promessas e traz a história ao fim, a ênfase encontrada na maioria das passagens do Antigo Testamento está no período tenebroso de tribulação e julgamento que iniciará aquele dia. Ele é retratado como um tempo terrível para a humanidade; dias repletos dos juízos de Deus em que a Terra será devastada e esvaziada, e seus habitantes morrerão aos milhões. Haverá trevas, aflições e ais, à medida que a ira de Deus for totalmente liberada contra a humanidade rebelde [compare Deuteronômio 4:30-31; Isaías 2:19, 24:1,3,6,19-21; Jeremias 30:7; Daniel 12:1; Joel 1:15, 2:1-2; Amós 5:18-20; Sofonias 1:14-15,18].


Conforme descobrimos nessas passagens do Antigo Testamento, as nações pagãs e o povo eleito de Deus, Israel, experimentarão o julgamento divino, pois a abrangência da Tribulação será mundial. Como Jeremias disse em 25:32-33: "Assim diz o SENHOR dos Exércitos: Eis que o mal passa de nação para nação, e grande tormenta se levantará dos confins da terra. E serão os mortos do SENHOR, naquele dia, desde uma extremidade da terra até à outra; não serão pranteados, nem recolhidos, nem sepultados; mas serão por esterco sobre a face da terra. Uivai, pastores, e clamai, e revolvei-vos na cinza, principais do rebanho, porque já se cumpriram os vossos dias para serdes mortos, e dispersos, e vós então caireis como um vaso precioso. E não haverá refúgio para os pastores, nem salvamento para os principais do rebanho."

No entanto, apesar de todos os horrores desse tempo terrível, o objetivo é claro que ele levará ao livramento. Eis algumas citações dos profetas: "Ah! porque aquele dia é tão grande, que não houve outro semelhante; e é tempo de angústia para Jacó; ele, porém, será salvo dela." [Jeremias 30:7].

"Vivo eu, diz o Senhor DEUS, que com mão forte, e com braço estendido, e com indignação derramada, hei de reinar sobre vós. E vos tirarei dentre os povos, e vos congregarei das terras nas quais andais espalhados, com mão forte, e com braço estendido, e com indignação derramada. E vos levarei ao deserto dos povos; e ali face a face entrarei em juízo convosco; como entrei em juízo com vossos pais, no deserto da terra do Egito, assim entrarei em juízo convosco, diz o Senhor DEUS. Também vos farei passar debaixo da vara, e vos farei entrar no vínculo da aliança. E separarei dentre vós os rebeldes, e os que transgrediram contra mim; da terra das suas peregrinações os tirarei, mas à terra de Israel não voltarão; e sabereis que eu sou o SENHOR." [Ezequiel 20:37-38].


"E acontecerá em toda a terra, diz o SENHOR, que as duas partes dela serão extirpadas, e expirarão; mas a terceira parte restará nela. E farei passar esta terceira parte pelo fogo, e a purificarei, como se purifica a prata, e a provarei, como se prova o ouro. Ela invocará o meu nome, e eu a ouvirei; direi: É meu povo; e ela dirá: O SENHOR é o meu Deus." [Zacarias 13:8-9].

[Observe que dois terços de Israel serão mortos e somente um terço sobreviverá aos rigores do julgamento de Deus!]

O Período da Tribulação objetiva fazer a purificação
[veja também Apocalipse 7:9 e 14:4] e preparar a conversão nacional de Israel [compare com Ezequiel 20:37-38; Zacarias 13:1,8-9, citado anteriormente]. De tudo isso, devemos compreender que a Tribulação do mundo inteiro está bem próxima.


Entretanto, até mesmo esse mais terrível de todos os tempos será usado por Deus para o bem final, e levará a história em direção ao fim que Ele planejou. Estes são alguns textos adicionais para estudo:


Dia do Senhor: Isaías 2:12; 13:6; Ezequiel 13:5; 30:3; Joel 1:15, 2:1,11,31; Amós 5:18-20; Obadias 1:15; Sofonias 1:7,14; Zacarias 14:1; Malaquias 4:5.

Tribulação: Deuteronômio 4:30-31; Isaías 2:19, 24:1,3,6,19-21, 26:20-21; Jeremias 30:7; Daniel 9:27, 12:1; Joel 2:1-2; Amós 5:18-20; Sofonias 1:14-15,18.


Agora que estabelecemos a base para o Período da Tribulação e mostramos como ele se refere a Israel e não à igreja, voltemos nossa atenção para os aspectos lógicos e de bom senso para o arrebatamento antes da Tribulação.



Já dissemos que é um ponto irrealista e espiritualmente improdutivo pensar que o Senhor sujeitaria Sua amada noiva aos terríveis eventos da Tribulação. Aproveitando que estamos no assunto da noiva de Cristo, vamos dar uma rápida olhada nos antigos costumes hebraicos de noivado e casamento:

Uma vez que os pais concordassem com o casamento de seus filhos e o noivado formal fosse declarado (o noivado naquele tempo tinha o mesmo vínculo de indissolubilidade que o casamento), o noivo então iria providenciar uma casa para viver com a noiva.

Freqüentemente, isso levava até dois anos para ser concluído. Enquanto esperava, a noiva permanecia na casa de seu pai, mas vivia em uma "expectativa do retorno do noivo a qualquer momento".

Suas malas ficavam prontas, por assim dizer, pois ela ansiava com expectativa pelo dia em que seu pretendido voltaria para ela. Então, quando o noivo finalmente ficava preparado para receber sua noiva, um alegre grupo de celebrantes, juntamente com os "amigos do noivo" — os paraninfos, ou padrinhos, na terminologia atual — vinham à casa da noiva à meia-noite, e um amigo do noivo gritava "Aí vem o noivo!" A noiva, logicamente, devia acordar e abrir a porta para os celebrantes.

Nesse ponto, ela acompanhava o grupo festivo até a casa do pai do noivo, onde a cerimônia de casamento ocorria — e depois disso, o casal se mudava para sua nova casa, para uma lua-de-mel que normalmente durava sete dias.

Os paralelos entre o costume hebraico do casamento e o arrebatamento da igreja são inegáveis! A noiva (a igreja) deve esperar a vinda do noivo (Jesus Cristo) na casa de seu pai (este mundo, controlado por Satanás). Quando o noivo volta após um período de separação de dois anos (aproximadamente 2.000 anos até aqui), a noiva é levada para a casa do pai do noivo (a casa do Pai Celestial) onde ocorre a cerimônia de casamento. A lua-de-mel na nova casa (as "moradas" de João 14:2) dura sete dias (corresponde aos sete anos do Período da Tribulação aqui na Terra).

Então, encontramos outro forte argumento para um arrebatamento anterior à Tribulação em 1 Tessalonicenses 5:9, em que lemos: "Porque Deus não nos destinou para a ira, mas para a aquisição da salvação, por nosso Senhor Jesus Cristo."Esse verso, considerado no contexto, está obviamente conectado com o ensino de Paulo a respeito do arrebatamento — pois esse é o assunto do capítulo 4 e verso 13 até o capítulo 5 verso 11.


Uma das principais razões que motivou Paulo a escrever essa primeira carta era que a igreja de Tessalônica estava entristecida pelo destino dos seus amados. Aquelas pessoas também tinham crido e aparentemente tinham morrido sem terem sido tomadas nos céus por Cristo (como Paulo tinha ensinado anteriormente, isso aconteceria algum dia). No entanto, como Paulo só esteve com eles por aproximadamente um mês, o conhecimento que eles tinham do assunto era incompleto. Portanto, para corrigi-los nesse mal-entendido, Paulo diz que seus familiares mortos "em Cristo" na verdade (somente por um momento) precederiam aqueles que estarão vivos no instante do arrebatamento.

Observe que Paulo usa a palavra "consolai-vos" duas vezes em seu discurso, em um esforço de aliviar seus temores; depois ele conclui com o verso citado anteriormente (5:9), dizendo que Deus não os tinha destinado para a ira — a ira divina que está reservada para a nação de Israel (em particular, e para o restante do mundo em geral) e, portanto, devemos compreender que esse ensino a respeito do arrebatamento objetiva ser uma fonte de consolação para todos os crentes da Época da Igreja.


Como o Diabo não tinha acabado de atormentar aqueles cristãos tessalonicenses, circulou a falsa noção que por causa da perseguição que eles estavam experimentando, o "dia do Senhor" (o Período da Tribulação) já estava presente e eles tinham perdido o arrebatamento! Isso levou Paulo a escrever sua segunda epístola, em que lhes deu (e a nós também) dois sinais inegáveis, sem os quais o Período da Tribulação não poderá iniciar! No verso 3 do capítulo 2, Paulo nos diz que não devemos nos deixar enganar por ninguém, pois "aquele dia" não virá sem que ocorra antes a apostasia — uma apostasia, ou afastamento, dependendo da interpretação que se tenha da palavra grega apostasia — juntamente com o aparecimento do "homem do pecado", o Anticristo. Assim, precisamos compreender que esses dois eventos terão de ocorrer antes do início do período da Tribulação.

Neste ponto, gostaria de lhe fazer uma pergunta: Que outra razão poderia ter motivado Paulo a apresentar esse ensino aos tessalonicenses, se não tivesse em vista o arrebatamento anterior à Tribulação? Pense nisso.


Outro ponto interessante refere-se à "apostasia" de 2 Tessalonicenses 2:3. A maioria vê isso com um afastamento em massa da fé anterior ao Período da Tribulação e essa certamente parece ser uma possibilidade quando o Anticristo ascender ao poder e as pessoas de todo o mundo começarem a adorá-lo. No entanto, ao longo dos anos, vários mestres proeminentes insistem que a palavra grega apostasia também pode ser traduzida como "afastamento" — como no afastamento da igreja deste mundo — e crêem que isso se refira a um arrebatamento anterior à Tribulação. Entretanto, alguns estudiosos do grego — muitos dos quais adotam a posição anterior à Tribulação — não concordam com a interpretação de "afastamento", de modo que esse ponto em particular está longe de ser resolvido.


O Comentário Bíblico Amplificado usa as palavras "afastamento da igreja" na nota de rodapé para esse verso — 2 Tessalonicenses 2:3 — pois isso dá o significado total da palavra, apostasia.Outra porção das Escrituras que se aplica à nossa discussão encontra-se em Apocalipse 3:10, onde o Senhor glorificado dirige palavras à igreja de Filadélfia: "Como guardaste a palavra da minha paciência, também eu te guardarei da hora da tentação que há de vir sobre todo o mundo, para tentar os que habitam na terra." Pense atentamente na palavra hora. É um termo limitado à Terra. Uma vez que você saia da Terra e do sistema solar, essa palavra não tem a mesma relevância!


As sete igrejas mencionadas em Apocalipse, capítulos 2 e 3, eram igrejas literais que existiam na Ásia Menor no tempo em que João escreveu o Apocalipse. Muitos eruditos bíblicos acreditam que elas representam sete períodos distintos da história da igreja, finalizando com os "laodicéienses" — um tempo de espiritualidade morna imediatamente anterior ao período da Tribulação. Outra interpretação é que são sete tipos de igrejas, contendo membros individuais que são representativos de todas as expressões de espiritualidade e fidelidade a Jesus Cristo. E é para o caráter "filadelfense" fiel dos cristãos genuínos (que estiverem vivos naquele tempo), que a promessa é feita: "eu te guardarei da hora da tentação que há de vir sobre todo o mundo". Observe que a promessa é "guardar da hora" e não "guardar na hora" da tribulação, como alguns pós-milenistas insistem que é o caso.

Noé foi salvo "da" ira de Deus no dilúvio, mas passou pela hora! Ló foi salvo da ira de Deus, mas passou pela hora. Jesus Cristo promete à igreja que a livrará
da hora da provação que virá sobre todo o mundo.


Outro ponto interessante é que a igreja é mencionada freqüentemente até Apocalipse 3, mas então no verso 1 do capítulo 4, João recebe uma súbita ordem "Sobe aqui" (simbólica do arrebatamento?) e a igreja não é mencionada novamente até muito mais tarde, onde a encontramos como a "esposa do Cordeiro", no capítulo 21. Em seguida, no verso 4 do capítulo 4, encontramos os vinte e quatro anciãos (presbuteros no texto grego) assentados em volta do trono celestial e vestidos de branco e com coroas de ouro. Estar vestido de branco significa que a pessoa é uma vencedora [Apocalipse 3:4-5] e as coroas são consistentemente retratadas no Novo Testamento como representativas de recompensa. O fato de os anciãos estarem assim vestidos indica que o julgamento ante o Tribunal de Cristo [2 Coríntios 5:10] já ocorreu e os galardões já foram distribuídos! Se você duvida dessa interpretação, apenas veja o verso 3 do capítulo 5, em que encontramos estas palavras: "E ninguém no céu, nem na terra, nem debaixo da terra, podia abrir o livro, nem olhar para ele." O verso 4 continua "... ninguém fora achado digno de abrir o livro, nem de o ler, nem de olhar para ele." Meu amigo, Jesus Cristo é homem e Deus ao mesmo tempo — a segunda pessoa da Trindade — mas esses comentários obviamente não se referem a Ele! Como então estão essas pessoas no céu, se não pelo arrebatamento? É nossa compreensão das Escrituras que o próprio Jesus Cristo foi o primeiro homem a ressuscitar e entrar nos céus como "as primícias dos que dormem".

Se é assim, os santos do Antigo Testamento ou do período da Tribulação não poderão preceder a igreja nos céus como homens ressuscitados por causa do que encontramos nos seguintes versos:
"Mas de fato Cristo ressuscitou dentre os mortos, e foi feito as primícias dos que dormem. Porque assim como a morte veio por um homem, também a ressurreição dos mortos veio por um homem. Porque, assim como todos morrem em Adão, assim também todos serão vivificados em Cristo. Mas cada um por sua ordem: Cristo as primícias, depois os que são de Cristo, na sua vinda." [1 Coríntios 15:20-23; ênfase adicionada]. Considerada no contexto, a frase, "os que são de Cristo" refere-se à igreja e, portanto, são os próximos na fila a serem ressuscitados — com nenhum outro grupo precedendo-os. Acople esses fatos com Apocalipse 7:13-14 e precisamos chegar à outra conclusão: "E um dos anciãos me falou, dizendo: Estes que estão vestidos de vestes brancas, quem são, e de onde vieram? E eu disse-lhe: Senhor, tu sabes. E ele disse-me:Estes são os que vieram da grande tribulação, e lavaram as suas vestes e as branquearam no sangue do Cordeiro." Que esses são os santos do período da Tribulação está fora de qualquer discussão!


Como acabamos de ver em 1 Coríntios 15:20-23, Cristo é as "primícias dos que dormem" e depois disso os que pertencem a Ele serão ressurretos. Assim, quando Apocalipse 7:13-14 nos informa dos santos do período da Tribulação nos céus, isso requer que a igreja tenha sido arrebatada em algum ponto anterior!

Em que ponto a Tribulação começará na Terra? Em
Apocalipse 6:1, encontramos o Senhor Jesus Cristo abrindo o primeiro selo, que sinaliza o início. Mas observe algo que acontece antes disso no capítulo 5: Os versos 8 e 9 nos dizem que "os quatro animais" e os vinte e quatro anciãos (esses anciãos claramente representam todos os cristãos) cantam um novo cântico, dizendo: "Digno és de tomar o livro, e de abrir os seus selos; porque foste morto, e com o teu sangue compraste para Deus homens de toda a tribo, e língua, e povo, e nação; e para o nosso Deus os fizeste reis e sacerdotes; e eles reinarão sobre a terra." A expressão "toda a tribo, e língua, e povo, e nação" está obviamente se referindo a um grupo muito maior do que apenas os vinte e quatro anciãos.

E então há a exortação do apóstolo Paulo a respeito do dia do Senhor:
"Mas, irmãos, acerca dos tempos e das estações, não necessitais de que se vos escreva; porque vós mesmos sabeis muito bem que o dia do Senhor virá como o ladrão de noite; pois que, quando disserem: Há paz e segurança, então lhes sobrevirá repentina destruição, como as dores de parto àquela que está grávida, e de modo nenhum escaparão. Mas vós, irmãos, já não estais em trevas, para que aquele dia vos surpreenda como um ladrão; porque todos vós sois filhos da luz e filhos do dia; nós não somos da noite nem das trevas. Não durmamos, pois, como os demais, mas vigiemos, e sejamos sóbrios; porque os que dormem, dormem de noite, e os que se embebedam, embebedam-se de noite. Mas nós, que somos do dia, sejamos sóbrios, vestindo-nos da couraça da fé e do amor, e tendo por capacete a esperança da salvação; porque Deus não nos destinou para a ira, mas para a aquisição da salvação, por nosso Senhor Jesus Cristo, que morreu por nós, para que, quer vigiemos, quer durmamos, vivamos juntamente com ele. Por isso exortai-vos uns aos outros, e edificai-vos uns aos outros, como também o fazeis." [1 Tessalonicenses 5:1-11].
Por que Paulo os ensinou (e nos ensinou) a vigiar se o evento não é iminente — poderia ocorrer a qualquer momento e está em seguida no calendário profético de Deus? Observe a cuidadosa distinção que Paulo faz entre os pronomes "vós" e "eles". Esse contraste destina-se a mostrar que nós, ao contrário daqueles que estão perdidos, não seremos pegos desprevenidos quando o dia do Senhor vier como um ladrão de noite. Entenda isto — O dia do Senhor terá a duração de sete anos ao tempo da Segunda Vinda de Cristo, de modo que "venha" obviamente significa o início dele — exatamente após o "afastamento" e a revelação do homem do pecado.


E isso nos traz ao assunto de Mateus 24 — em minha humilde opinião o capítulo mais malcompreendido e mal-aplicado de toda a Bíblia, no que se refere às profecias. Até mesmo os doutores em teologia que deveriam conhecer melhor tropeçam nessa porção das Escrituras e a consideram inteiramente fora do contexto quando tentam aplicar uma parte dela ao arrebatamento. O senso comum diz que Paulo sabia sobre o que estava falando em
1 Coríntios 15:51, quando disse: "Eis aqui vos digo um mistério: Na verdade, nem todos dormiremos, mas todos seremos transformados."

O que a palavra "mistério" (grego musterion) significa quando é usada no Novo Testamento? Ela se refere a uma Escritura anteriormente não-revelada! Em outras palavras, Paulo está nos dizendo algo aqui, aproximadamente nos anos 59-60, que nunca antes tinha sido revelado por Deus: o assunto do arrebatamento. Esse fato apenas exige que nenhuma das palavras de Cristo em Mateus 24 possa estar se referindo ao arrebatamento! Por que esse ponto é importante? Bem, vamos apenas olhar para o capítulo e destacar alguns detalhes.

Na cena que temos diante de nós, o Senhor está respondendo às perguntas feitas pelos Seus discípulos. É muito provável que nesse ponto particular, o grupo era formado unicamente de judeus. Jesus Cristo ainda não tinha morrido e a Época da Graça ainda não tinha iniciado, de modo que 100% do que encontramos nos relatos dos evangelhos está sob a lei e não sob a graça!



Nenhum dos profetas do Antigo Testamento "viu" a Época da Igreja porque Deus não revelou isso a eles — era um "mistério" divino! O ensino do Senhor aqui é perfeitamente coerente com esse princípio. Ele está instruindo os judeus sobre o que a "geração" [verso 34] experimentará durante o Período da Tribulação, pois a igreja ainda não estava visível e ainda seria revelada! Com essa idéia em mente, observe que os versos 4-13 descrevem as condições que o remanescente judaico eleito experimentará durante os dias tenebrosos do período da Tribulação — o "tempo da angústia de Jacó".

Mateus 24:9 diz claramente que: "Então vos hão de entregar para serdes atormentados, e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome." Deus selará 144.000 judeus no início desse período terrível e é para eles que esse discurso é dirigido. O verso 13 tem sido malcompreendido e mal-aplicado por muitos cristãos pensando que precisamos "perseverar até o fim" para sermos salvos, quando na realidade isso está se referindo ao livramento físico dos judeus que estarão vivos na Segunda Vinda de Cristo — no fim do Período da Tribulação!

Lembre-se que isso não pode se aplicar aos cristãos de forma alguma, pois naquele ponto — quando Jesus proferiu as palavras registradas em
Mateus 24 — a igreja ainda era um mistério [Efésios 3:1-6]. Observe que o verso 14 diz: "E este evangelho do reino será pregado em todo o mundo, em testemunho a todas as nações, e então virá o fim."

Meus amigos, o evangelho da graça ainda era desconhecido naquele tempo! Esse "evangelho do reino" — a mensagem que João Batista e Jesus Cristo pregaram e à qual o Senhor está se referindo aqui — era "Arrependei-vos, porque é chegado o reino dos céus."

Essa mensagem será pregada novamente durante o período da Tribulação pelos 144.000 israelitas citados em Apocalipse 7 e pelas "duas testemunhas" de Apocalipse 11:3. O fim do Período da Tribulação — que ocorrerá na Segunda Vinda de Cristo — não acontecerá até que essa mensagem específica do evangelho tenha sido ouvida por todas as nações e por meio da qual elas saberão que o reino literal de Jesus Cristo na Terra está prestes a ser iniciado. Quando o Senhor disse isso aos seus discípulos, Ele tinha acabado de ser rejeitado como rei pela nação de Israel e sabia que Suas palavras eram para uma futura geração de descendentes judeus. Em nenhum lugar a "igreja de Cristo" aparece aqui.


Começando com o verso 15, temos o início da "Grande Tribulação" — os três anos e meio finais, que serão tão terríveis que o Senhor fez o seguinte comentário no verso 21: "Porque haverá então grande aflição, como nunca houve desde o princípio do mundo até agora, nem tampouco há de haver." [Mateus 24:21].
Que os judeus são o foco principal desse discurso é deixado claro no relato paralelo encontrado em
Marcos 13. Observe o fraseado do verso 9: "Mas olhai por vós mesmos, porque vos entregarão aos concílios e às sinagogas; e sereis açoitados, e sereis apresentados perante presidentes e reis, por amor de mim, para lhes servir de testemunho." [Marcos 13:9; ênfase adicionada]. Pelo que sei, os judeus não costumam levar os cristãos às suas sinagogas por razão alguma, muito menos para surrá-los! No entanto, durante a Tribulação, os 144.000 judeus eleitos serão perseguidos pelo seu próprio povo, bem como pelos gentios.

Em seguida, no verso
22, temos uma frase muito interessante sobre a abreviação "daqueles dias" por Deus, pois se Ele não fizesse isso, nenhuma carne se salvaria! Isso tem uma relação direta com o verso 36 — outro comentário feito pelo Senhor que tem sido mal-aplicado há muitos anos.


Os pastores dizem aos seus rebanhos, com base no verso 36, que ninguém poderá saber o "dia e a hora" do arrebatamento — quando esse verso não tem absolutamente nada que ver com o arrebatamento, pois considerado no contexto correto, está claramente se referindo à Segunda Vinda. A perseguição e matança serão tão grandes que Deus abreviará aqueles dias para que alguns permaneçam vivos para povoar o Reino Milenar. Como o período será abreviado (algo menor que o número total de dias profetizado por Daniel), ninguém saberá o dia e a hora exatos!


Lembre-se que todo o capítulo 24 de Mateus está lidando com os judeus sob a lei e não com a igreja sob a graça — a igreja e o arrebatamento, naquele tempo, ainda eram mistérios não-revelados dos conselhos de Deus.

O verso 44 tem sido usado para fortalecer o argumento que ninguém pode saber o tempo do arrebatamento, quando na verdade ele está falando dos judeus aterrorizados que estarão escondidos e suas mentes preocupadas com a sobrevivência — não em contar o número de dias que faltam na "Grande Tribulação", conforme informado ao profeta Daniel (um dos argumentos usados contra "saber o dia e a hora") : "Por isso, estai vós apercebidos também; porque o Filho do homem há de vir à hora em que não penseis." [Mateus 24:44].

Pense nisto — os cristãos são exortados em todo o Novo Testamento a vigiar e aguardar o retorno do Senhor para nos levar para si mesmo e somos ensinados que não virá como uma surpresa, de acordo com o seguinte: "Mas vós, irmãos, já não estais em trevas, para que aquele dia vos surpreenda como um ladrão; porque todos vós sois filhos da luz e filhos do dia; nós não somos da noite nem das trevas. Não durmamos, pois, como os demais, mas vigiemos, e sejamos sóbrios." [1 Tessalonicenses 5:4-6; ênfase adicionada]. Assim, novamente, vemos que as afirmações em Mateus 24 não podem estar referenciando ao arrebatamento. O ajuntamento dos escolhidos de Deus "desde os quatro ventos, de uma à outra extremidade dos céus" [verso 31] é "logo depois da aflição daqueles dias..." [verso 29] Novamente, essa é a Segunda Vinda e não o arrebatamento.


As ilustrações "será levado um, e deixado o outro" dos versos 40 e 41 — tão freqüentemente usadas para ilustrar o arrebatamento — na verdade referem-se à separação das ovelhas e dos bodes discutida em Mateus 25:33; os que ficarem são aqueles que entrarão no Reino Milenar. E essa passagem está, logicamente, em um contexto não-interrompido, e é parte dos comentários estendidos do Senhor com relação à Sua segunda vinda.

É compreensível que muitos tentem usar
Mateus 24 como texto de prova para o arrebatamento pois grande parte do capítulo parece "se encaixar" nele, mas, como vimos — uma inspeção cuidadosa revela que isso simplesmente não é o caso. Embora muitos bons homens tenham "quebrado a cara" tentando prever a data do arrebatamento, Mateus 24:36 não é uma barreira legítima!

Os eventos mundiais e as atitudes nacionais estão aparentemente convergindo a um perfeito alinhamento com o que as Escrituras dizem que serão as condições existentes na época do aparecimento do Anticristo. Assim sendo, e pelas razões detalhadas anteriormente, acreditamos que o arrebatamento possa ocorrer a qualquer momento. Você está preparado para encontrar o Senhor nos ares?


Que fique bem claro que não adotamos a posição do arrebatamento anterior à Tribulação porque não somos "corajosos" o suficiente para passar pelas perseguições do Anticristo. Muitas pessoas nos escrevem fazendo exatamente essa acusação. Essa noção é uma bobagem, por um único fato bem simples:
Embora a igreja será poupada das perseguições do Anticristo, passará pela fase final das dores do parto que produzirão o Anticristo [Mateus 24:8]. Nós o incentivamos a ler os artigos N1408, "As Surpreendentes e Pouco Compreendidas Implicações do Aparecimento do Anticristo, Conforme Mateus 24" e N1332, "Confirmação de Grandes Discrepâncias no Ensino Profético Padrão", que detalham esse fato claramente. Quando passarmos pelas "guerras, rumores de guerra, nações se levantando contra nação, reino contra reino, terremotos em muitos lugares", teremos a impressão que estamos passando pelas perseguições do Anticristo no período da Tribulação. Todos os cristãos hoje precisam amadurecer espiritualmente bem depressa, pois não sabemos quando seremos cercados, perseguidos e até torturados por causa da nossa fé.

A idéia que ensinamos o arrebatamento anterior à Tribulação porque desejamos "escapar" da perseguição é totalmente falsa e ridícula. Verdadeiramente, o fim dos tempos está bem diante de nós. O mundo está na iminência de ver o aparecimento do iníquo.



MARANATA!!!!

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